Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

Feliz ano novo



A JSD-MEALHADA deseja a todos os militantes e munícipes do Concelho da Mealhada um 2011 em grande! Vai com toda a certeza ser um ano difícil, mas pode ser também um ano de MUDANÇA!!!

FELIZ ANO NOVO!

Cartão Jovem Municipal


Nos tempos de crise há sempre a preocupação com as pessoas mais velhas que são, naturalmente, aquelas que primeiro sofrem as consequências do aumento do custo de vida, tendo em conta os baixos rendimentos com que vivem muitos pensionistas. No entanto, a crise actual tem-se caracterizado pelos efeitos que tem tido nos mais jovens. Na verdade, o desemprego entre os jovens atingiu os níveis mais altos de sempre, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e os jovens cada vez têm mais dificuldades em atingir a independência face aos pais.
Neste cenário complicado, há que tentar de alguma forma usar mecanismos que ajudem os mais jovens, sem sobrecarregar o erário público. Devemos dar-lhes motivos para se fixarem na nossa cidade, numa altura em que a migração parece ser o único caminho para muitos que não se resignam.
Uma das medidas que se tem usado para combater os efeitos da crise é o Cartão Jovem Municipal. Este cartão é uma modalidade do conhecido Cartão Jovem – European Youth Card que resulta de uma parceria entre a Movijovem – entidade que gere o Cartão Jovem e as Pousadas de Juventude –, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e o município que venha a aderir à iniciativa. É um cartão que dá todas as vantagens que o Cartão Jovem normal dá, sendo, todavia, dirigido aos jovens residentes no município.
Esta ferramenta dada pela Movijovem aos autarcas é óptima, porque permite que estes, que estão mais próximos das realidades concelhias, consigam tirar vantagem dessa proximidade para conseguirem dar descontos e vantagens nos serviços prestados pela autarquia e permite que se alcance melhores parcerias com os comerciantes locais.
Normalmente, o Cartão Jovem Municipal concede aos jovens munícipes um conjunto alargado de vantagens que promovem a mobilidade e a aquisição de serviços em áreas como o turismo, a cultura, o desporto, a ocupação de tempos livres, as tecnologias de informação, entre outras.
Além de ser uma ajuda para os jovens mais atingidos pela crise, o Cartão Jovem Municipal poderá ser uma preciosa ajuda para os pequenos comerciantes da Mealhada, uma vez que os nossos autarcas poderão procurar estabelecer parcerias com os empresários da região para que estes concedam descontos e vantagens aos jovens do nosso concelho. Isto pode ser especialmente vantajoso para aqueles, pois os jovens procuram frequentemente em Coimbra ou Aveiro (cidades nas quais a oferta é maior) comprar o que há nos pequenos comerciantes mealhadenses. Com os descontos e com a propaganda que é oferecida pelo Cartão Jovem, os mais jovens podem ser atraídos para o pequeno comércio.
Assim, tendo em consideração os evidentes benefícios deste cartão e os baixos custos da sua implantação, penso que em 2011 é tempo de começar a pensar seriamente na implantação do Cartão Jovem Municipal no município da Mealhada. No distrito de Aveiro já são 9 os concelhos que têm Cartão Jovem Municipal e a nível nacional já são mais de 80 os municípios que têm Cartão Jovem Municipal. Além disso, são mais de 130 000 os jovens com cartão jovem em Portugal e mais de 4 000 000 em toda a Europa, o que mostra a grande ligação dos jovens ao Cartão Jovem. Será que vamos ficar mais uma vez para trás?
José António Pires
JSD Mealhada
Artigo publicado no jornal Mealhada Moderna

Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010

Finanças Locais


O orçamento municipal e as opções do plano foram aprovados por unanimidade na reunião de câmara no dia 9 de Dezembro.
Os dois partidos representados no executivo municipal – PS e PSD – conseguiram estar de acordo nas principais questões.
Primeiro, ambos concordaram que a situação não é fácil e que, por conseguinte, terá de haver um adiamento das obras cujo valor é incomportável, tendo em conta a contingência da situação em que o país vive e a considerável descida, comparativamente com 2010, dos valores que entrarão nos cofres da Câmara – muito por culpa dos erros da governação socialista do Eng. José Sócrates. Compreendo esta posição, que também já defendi, a propósito da Pousada de Juventude que, apesar de ser um investimento que considero prioritário e de não exigir necessariamente um elevado investimento da câmara, não deve ser a principal bandeira da JSD nesta altura.
Segundo, parece que houve um acordo no que diz respeito às prioridades: Educação, Acção Social e Desenvolvimento Industrial. Opção que naturalmente a JSD vê com bons olhos. A Educação deve ser sempre uma prioridade, como aposta na qualificação dos mais jovens, sendo por vezes a única porta que se abre aos mais desfavorecidos. O desenvolvimento industrial é o único meio viável de combate ao maior flagelo da sociedade portuguesa: o desemprego, que é particularmente grave nos jovens. E deve ser uma prioridade num concelho que ainda não é, reconhecidamente, um centro industrial. Por último, a acção social deve estar na linha da frente de qualquer autarquia, uma vez que a proximidade dos autarcas permite-lhes uma actuação mais eficaz. Será particularmente importante o apoio dado aos mais jovens, através da acção social escolar. Nesta altura, ninguém poderá ficar fora da escola apenas por questões financeiras.
Deste modo, compreende-se sobejamente a atitude dos social-democratas. Com esta opção, o PSD mostra que está na câmara como oposição construtiva e que não critica por criticar, mostrando assim uma maturidade que nem sempre lhe é reconhecida pelos socialistas.
Não obstante, e a propósito das finanças públicas locais, não poderia deixar de abordar uma questão: a questão da dívida. Continuo a ver os nossos responsáveis da política local, maxime os socialistas, a tratar a dívida duma forma que julgo ser pouco correcta.
Com efeito, é necessário esclarecer que todos – e não apenas os socialistas – sabem que não há nada mais prejudicial para a imagem de uma câmara, e para a própria economia local, que uma câmara caloteira – quanto a isso, volto a dizer, estamos todos de acordo. No entanto, a questão da dívida autárquica não pode ser vista de uma forma fechada. A contracção de empréstimos, na verdade, permitiu ao Estado fazer muitas obras que hoje nos servem e que, se não se usasse a dívida, teríamos de esperar muitos anos para usufruir de tais infra-estruturas. Lembre-se também que foi a dívida que permitiu a muitas famílias viveram pela primeira vez, desde há muitas gerações, em casa própria.
Na realidade, o problema não está no mecanismo; o problema está frequentemente ligado à escolha dos investimentos. Construir obras ou adquirir bens que se revelam completamente inúteis é sempre mau, mesmo que não se haja recorrido a empréstimos.
Portanto, quando se defende a dívida, não se defende uma dívida colossal, como aquela que existe em algumas autarquias e como aquela que os sucessivos Governos criaram desde 1995. Defende-se uma dívida equilibrada que haja sido usada para investimentos reprodutivos dos quais só poderíamos usufruir daqui a muitos anos se não recorrêssemos a empréstimos.


José António Pires
JSD Mealhada

Artigo de opinião publicado no jornal Mealhada Moderna

Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010

Feliz Natal



Com esta nota humorística, a Comissão Política de Secção da JSD MEALHADA deseja a todas as famílias do Concelho de Mealhada um Santo Natal!

Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

Entrega da tela ao NJovem


No passado dia 18 de Dezembro, a JSD Mealhada entregou ao NJovem - Grupo de Jovens de Ventosa do Bairro - uma tela para projecção de vídeo que foi adquirida com o lucro obtido no I.º Torneio de Sueca JSD Mealhada, realizado no dia 11 de Setembro em Arinhos.
Ficam aqui os parabéns ao NJovem pelo trabalho que têm feito em prol da nossa comunidade e dos jovens em particular e a promessa de que poderão contar connosco para todas as suas causas e lutas.

Saúde à Mesa do Café


Foi no Pipas Bar, no Luso, no passado dia 19 de Dezembro, à tarde, que uma dezena de jovens social-democratas se sentou à mesa de um Café para falar sobre Saúde durante duas horas.
A JSD convidou, desta feita, João Peres, Provedor da Santa Casa da Misericórdia, e Manuel Jacinto, médico mealhadense. À mesa estiveram também sentados jovens ligados ao sector que também transmitiram a visão que têm do sector. Foi, tal como a anterior conversa, uma experiência muito lucrativa, que permitiu aos militantes da JSD ter uma ideia da realidade dos hospitais portugueses.
O tema foi abordado de duas perspectivas: por um lado, na perspectiva de gestor de hospitais e, por outro lado, na perspectiva dos profissionais de saúde, médicos e enfermeiros.
Começou-se por abordar as reformas na saúde, nos últimos anos, principalmente desde o mandato do ministro Correia de Campos, e o impacto dessas reformas na nossa região – em Anadia, onde, paradoxalmente, se fecharam serviços que tinham sido remodelados havia pouco tempo, e na Mealhada, onde se encerraram igualmente alguns serviços.
No âmbito da questão do encerramento de serviços nas pequenas cidades, falou-se dos problemas que essa reforma trouxe para os hospitais centrais. Houve, na opinião dos presentes, uma sobrecarga dos hospitais centrais, que recebem hoje muitos doentes com problemas simples e de fácil resolução que podiam ser tratados em pequenos hospitais locais. Além disso, com esta centralização, fica sempre a perder-se no que diz respeito à proximidade na relação utente-hospital, que será sempre maior nos pequenos hospitais locais, como o hospital da Santa Casa da Misericórdia.
Falou-se também de outra questão actual, a criação de Unidades de Saúde Familiar – são unidades financiadas pelo Estado que funcionam como empresas geridas por médicos com elevado grau de autonomia que prestam cuidados de saúde. Estes médicos trabalham por objectivos e são financiados consoante o trabalho produzido, o que levará a uma certa privatização da gestão da saúde.
Abordou-se também a questão das dificuldades do SNS e da ADSE e o papel do sector social na Saúde, particularmente o papel das Misericórdias nos cuidados de saúde.
Antes do 25 de Abril, havia 447 hospitais das Misericórdias que eram os principais responsáveis pela Saúde fora dos grandes centros urbanos. Depois da revolução, o papel das Misericórdias diminuiu substancialmente: vários hospitais da Misericórdia foram ocupados e o Estado passou a ter o monopólio da Saúde, salvo raras excepções. Actualmente, a grande oferta continua a ser dada por hospitais públicos; todavia, cada vez mais se tem procurado criar parcerias público-socias com as Misericórdias, para dar uma resposta mais eficaz que aquela que é dada pelos hospitais públicos, principalmente no que toca a cuidados continuados e no tratamento fisioterapêutico.
Ao nível das propostas, propôs-se uma maior intervenção de gestores profissionais na gestão dos hospitais e, a nível concelhio, a criação de um apoio domiciliário na área da saúde cujo objectivo é poder usar as equipas já existentes na prestação de cuidados de saúde ao domicílio, sem fazer aumentar os custos para o erário público.
Por último, foram ainda abordados pela rama as questões da eutanásia e do testamento vital.
Ficou bem patente, para os jovens mealhadenses social-democratas, que a saúde deve ser uma prioridade no nosso concelho, e não deve ser encarada, como é frequentemente, como um custo, mas antes como um investimento nas pessoas.

Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

Diogo Canilho é o Mandatário Jovem Concelhio do Prof. Cavaco Silva


Diogo Miguel Castela Canilho Gomes foi o escolhido pela candidatura de Cavaco Silva para ser o Mandatário Jovem no nosso concelho.
Diogo Canilho, tem 27 anos, é formado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e trabalha na Biblioteca do Seminário Maior de Coimbra.

Na política, é um dos mais antigos militantes da JSD Mealhada e é, há longos vários anos, um destacado dirigente da JSD Mealhada, sendo, actualmente, Vice-Presidente da Comissão Política da JSD Mealhada.

Fora da política, foi escuteiro no agrupamento da Mealhada, foi jogador de basquete em vários clubes da região e da selecção nacional e esteve sempre ligado ao associativismo estudantil, quer na FLUC, quer na Escola Secundária da Mealhada.

Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

Visita à Assembleia da República e participação no maior evento de juventude da campanha do Prof. Aníbal Cavaco Silva



A JSD Mealhada participará no próximo dia 20 numa visita à Assembleia da República organizada pela JSD Distrital Aveiro e no maior evento de juventude da campanha do candidato à presidência da república, Prof. Aníbal Cavaco Silva.

Uma das promessas da actual equipa que lidera a JSD Mealhada foi justamente proporcionar aos jovens do concelho uma visita ao nosso parlamento, uma vez que julgamos que o contacto com a principal casa da democracia pode ser um primeiro passo para criar nos jovens um interesse pela política.

Deste modo, aproveitando as sinergias duma actuação conjunta com a JSD Distrital, a JSD Mealhada convida todos os nossos militantes e simpatizantes a participar, basta entrarem em contacto com a comissão política de secção, através do correio electrónico jsdmealhada@hotmail.com ou através do telefone 927243116.

Conversas de Café – JSD Mealhada debaterá a Saúde no próximo Domingo


A JSD Mealhada prepara-se para, no próximo dia 19, debater a Saúde. Este debate terá o mesmo formato que teve o anterior, sobre Educação: será uma conversa de café – desta feita, no Luso – com dois convidados especialistas no tema e com um número limitado de participantes – militantes ou simpatizantes da JSD.

Depois de termos debatido a Educação, debateremos outro tema de extrema importância para o país e para o concelho. Neste debate procurar-se-á dar aos participantes uma imagem do estado da Saúde em Portugal e falar igualmente da realidade concelhia. Queremos que seja um debate informal, onde todos se sintam à vontade para colocar as suas questões. Há inúmeras questões que poderão ser abordadas: o financiamento do SNS; as listas de espera; a dicotomia privado público; o encerramento das maternidades, das urgências e de outros serviços; a falta de médicos; o contributo do poder autárquico para a saúde; o testamento vital; a eutanásia, etc.

A JSD Mealhada convidou para esta a actividade o Sr. Provedor da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, João Peres, e o médico Manuel Jacinto.

Qualquer interessado em participar poderá inscrever-se através dos números 927243116 e 918 433 135 ou através do email jsdmealhada@hotmail.com

Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Uma Escola Política


Há quase seis meses, na apresentação da minha candidatura à JSD Mealhada, apresentei aos jovens social-democratas um projecto que se baseava em três pilares. Num desses três pilares do meu projecto político – vida interna da JSD – afirmava-se que “a JSD deve ser um espaço de amplo debate, onde se reconhece o pluralismo de opiniões e se contribui para a educação cívica e formação política da juventude mealhadense, tornando a JSD uma verdadeira Escola Política”. Actualmente, não poderia estar mais certo daquilo que disse naquela altura. Estou verdadeiramente convencido de que só investindo fortemente na formação política poderemos dar ao concelho país uma geração de políticos mais forte que aquelas que nos antecedem e uma geração de cidadãos mais interventivos na causa pública.


Não é por acaso que falo agora desta questão. Falo, uma vez que, para além de, como dirigente da JSD, considerá-la de extrema importância, no passado fim-de-semana, foi o grande tema do XXI Congresso Nacional da JSD.


A JSD, há bastante tempo, quer a nível local, quer a nível nacional, assumira o seu papel na formação dos jovens políticos; todavia, neste congresso aprovou-se uma alteração estatutária que vai justamente aprofundar e aumentar esse papel. Com efeito, esta alteração vem dar força a um dos requisitos que considero essenciais para se estar na política: estarmos preparado para os cargos para os quais somos eleitos, servindo da melhor forma aqueles que confiaram em nós.


Além disso, tivemos ainda oportunidade de ouvir o nosso novo presidente, Duarte Marques, propor uma ideia que ficará seguramente na história das juventudes partidárias: impor aos partidos políticos que invistam pelo menos dois por cento do financiamento partidário estatal em formação política. Proposta esta que teve o imediato apoio do líder do partido, Passos Coelho, que disse diante do conclave que “na vida do país, como na vida dos partidos” não se “podem impedir investimentos no futuro”.


A importância desta questão, num país em que a formação política a nível universitário ainda não tem uma forte tradição, num país em que se nota uma clara falta de preparação naqueles que estão a iniciar a sua intervenção política e mesmo em muitos que já têm uma intervenção política há muitos anos, prende-se com o facto de as juventudes partidárias terem de assumir a preparação dos jovens que intervenham na sua comunidade. A JSD tem de dar ao país bons quadros que exerçam as suas funções com dignidade e não pode ser uma estrutura que seja feita apenas por líderes com discursos eloquentes com pouco conteúdo – conquanto a política esteja impregnada com muitos. Deve ser uma estrutura com gente preparada para apresentar propostas com qualidade que respondam de forma eficaz aos problemas dos cidadãos.


Penso que na nossa terra, a JSD tem conseguido dar, ao longo dos anos, óptimos quadros ao concelho, que assumem e assumiram funções na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal, nas Juntas e nas Assembleias de Freguesia, ao partido, e também à sociedade civil – associações e empresas. No congresso, vimos, mais uma vez, isso reconhecido, com a escolha do jovem social-democrata lusense, Bruno Coimbra, ser eleito secretário-geral da JSD nacional.


Importa assim dizer que vamos continuar esta tarefa; proporcionando aos jovens do concelho formas de participarem na política, quer seja através de conversas numa mesa de café, quer seja na Universidade de Verão da JSD; ensinando sempre que a política, como uma das actividades mais nobres do Homem, deve ser exercida de forma desinteressada em prol da nossa comunidade.


José António Pires

Presidente da CPS da JSD Mealhada


Artigo publicado no jornal Mealhada Moderna

Domingo, 5 de Dezembro de 2010

4 Dezembro de 1980 - 30 anos

Como seria o país se estes dois políticos não tivessem desaparecido naquele fatídico dia 4 de Dezembro de 1980?


Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010


A JSD Mealhada, no âmbito da quadra natalícia, decidiu dar início a uma recolha de bens alimentares não perecíveis que serão entregues ao Grupo de Acção Social Sócio-Caritativo do Luso.
Para que possamos dar o melhor contributo possível, precisamos da ajuda de todos. Assim, gostaríamos de pedir aos nossos militantes e simpatizantes que, no próximo dia 03 de Dezembro, quando se realizarem as eleições para os órgãos distritais do PSD, nos ajudassem a ajudar, dando a mão àqueles que mais precisam num ano que sabemos que não vai ser fácil para ninguém.

Comissão política de secção da JSD